O que determina o custo da Carta Fiança?

Atualizado: Jan 23


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A maioria dos tipos de Carta Fiança são subscritos com base apenas na análise de crédito do solicitante, especialmente quando o valor exigido é inferior a R$ 50.000, no entanto, a análise inicial nem sempre reflete o cenário completo.

A Porto Fiança estabelece diretrizes específicas de subscrição para os diferentes tipos de Carta Fiança. Essas diretrizes demonstram sua tolerância ao risco com base em dados históricos coletados sobre as perdas passadas e a atividade do solicitante.

Aqui estão alguns dos principais fatores considerados, e por que eles são importantes.

  • Crédito (análise de crédito):

Os relatórios de crédito podem fornecer informações sobre a capacidade de pagamento e o apetite de cumprir suas obrigações financeiras. Em suma, é por isso que a análise de crédito é um fator chave considerado ao se solicitar uma Carta Fiança (todavia não é impeditivo).

Observação: Uma análise de crédito ruim não fecha as portas para a emissão da carta fiança, só as condições é que serão adaptadas, podendo haver a solicitação de garantia real complementar, algo assim nunca seria feito numa seguradora tradicional ou nos bancos.

Os especialistas do setor identificaram uma correlação direta entre o resultado da análise de crédito e a probabilidade de um sinistro ser acionado. Porém, como qualquer empresa com fins lucrativos, a Porto Fiança tentará reduzir seu risco de possíveis perdas financeiras. Isso não significa que alguém com crédito ruim não tenha seu limite aprovado. Entretanto, o preço pago pode ser maior que aquele cobrado de alguém com crédito bom.

  • Demonstrações financeiras da empresa

As demonstrações financeiras podem compartilhar informações vitais sobre uma empresa. Essas declarações podem demonstrar força financeira passada e presente, e também podem fornecer informações sobre a direção da empresa. Normalmente consistem em um Balanço, Demonstração de Resultados e Demonstração do Fluxo de Caixa.

  • Patrimônio

Ter um patrimônio líquido forte, juntamente com ativos líquidos, pode ajudar o proprietário da empresa a obter o preço mais baixo possível para suas Carta Fianças, uma vez que o risco de insolvência também será menor.

  • Prazo da Carta Fiança

Para conferir total segurança ao beneficiário, a carta deve ser integralmente paga no ato se sua emissão, para cada período de 12 meses, assim o beneficiário não corre o risco de ter em mãos uma carta com prazo de dois anos, mas sem valor depois do primeiro ano, porque o tomador só pagou por 12 meses. Logo, uma carta com custo de R$ 1.000,00 para um ano, se o prazo desejado é dois anos, custará R$ 2.000,00. O prazo alongado influencia diretamente no cálculo do valor, de modo que não fique inviável para o tomador, que pode inclusive solicitar pagamento parcelado e sem juros para valores elevados.

  • Verificação de caixa

A verificação financeira pode parecer invasiva. Apesar de às vezes ser necessária para verificar os ativos refletidos em uma demonstração financeira pessoal. Isso geralmente ocorre na forma de extratos bancários. Fornecer essa verificação pode, em última instância, fortalecer a posição do solicitante e provavelmente levará a melhores taxas. Normalmente, são necessários apenas para valores maiores de Carta Fiança, ou quando não forem fornecidos mais dados para a pesquisa complementar.

  • Experiência no setor

Enquanto as empresas que estão no mercado há muitos anos podem se apoiar nas demonstrações financeiras de negócios para comprovar o sucesso passado e presente, os novos negócios podem não ter esse privilégio. Assim sendo, este é um ponto de análise importante, mas não desqualifica a empresa, ficando nesse caso reforçada a verificação de caixa citada no item anterior.

O preço pago pela Carta Fiança, normalmente, é apenas uma pequena porcentagem do valor total do garantido (Importância Segurada).

Esse pagamento é chamado de prêmio.

Para valores menores de Carta Fiança, o crédito pode ser o fator de maior peso ao determinar se um tomador será aprovado e a que taxa. E, na maioria das vezes o preço fica entre 1% a 5% do valor do garantido.

Por exemplo, se você for aprovado a uma taxa de 3% para uma Carta Fiança de R$ 100.000, pagará R$ 3.000 por essa garantia de 12 meses.

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